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Nicolas Medeiros Collar

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Videomaker, editor e operador de câmera, membro dos coletivos Turmalina, ZONAEXP e Sabará Records. Curador, estudante de Artes Visuais, bolsista da Sala Redenção/Cinema Universitário UFRGS.
Engajado em registrar a memória afetiva da cidade e dos seus habitantes, alinhado com questões de identidade e pertencimento.
Ampla atuação na área da cultura/arte visual desde 2012, tendo, entre outros trabalhos, participado da residência artística PROCESSADORA da VOID GENERAL STORE SP e fotos publicadas na revista NOIZE internacional.

Currículo / Repertório

NICOLAS MEDEIROS COLLAR

(Osório - RS, 1995)

Trajetória acadêmica: Iniciou seus estudos a partir da fotografia, aos 16 anos, quando participou do curso de extensão em Fotografia na FABICO/UFRGS, foi aluno da artista visual Rochelle Zandavalli. Em 2016, iniciou a graduação em  Artes Visuais, na UFRGS. Junto dos alunos do curso de Artes Visuais, Teatro e Música fundou o Núcleo Audiovisual do Instituto de Artes, realizando cineclubes e oficinas de iniciação audiovisual . Em 2018, no Sesc SP, participou do curso de Criação de Sintetizadores e Controladores midi. No mesmo espaço do Sesc, participou do curso de produção musical eletrônica. Esses dois cursos ampliaram a percepção das técnicas eletrônicas e de programação dentro do audiovisual .

Trajetória profissional: Iniciou aos 16 anos como fotógrafo experimental e de eventos. Fazia fotos principalmente para conteúdo de divulgação musical. Aos 18, trabalhou com fotografia nos festivais Morrostock, Jecastock e Abdu Samba Apocalipse. Mudou-se para a cidade de São Paulo, onde trabalhou como câmera e participou do processo criativo do curta-metragem Fantasma da Saudade no Vale da Morte, dirigido por Lufe Bollini - filme que se passa na maior ocupação artística da américa latina, a ocupação do Ouvidor. Esse filme, ganhou os prêmios Best Underground Movie do Lisbon Film Festival, Melhor Curta Internacional no Festival Internacional de Cinema da Fronteira e Melhor Curta-Metragem Estrangeiro no festival We Love Cinema de Paris. Ainda em São Paulo, participou do coletivo Number Nine, onde foram realizados 17 cineclubes junto de rodas de conversa. O nome do projeto se chamava Cineclube Inferno, um cineclube que passava principalmente filmes brasileiros, de diretores fora do eixo publicitário e com viés artístico, de videoarte ou documental. Muitos materiais de vídeo independente foram projetados nesses cineclubes também. Essas vivências resultaram em oficinas e workshops de cinema e produção audiovisual. Filmou o teaser do DVD ao vivo de Elza Soares cantando Lupicínio Rodrigues no SESC Santana na Zona Norte de São Paulo. Aos 19, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde conheceu o Coletivo de Arte Independente - CAI e participou das filmagens de uma vídeo-performance a partir de vivências importantes com drag queens e o universo LGBTQ. Aos 20 anos, de volta à Porto Alegre, começou a trabalhar na criação de conteúdo fotográfico e de videoarte do movimento de música independente Cerne, em eventos que ocupavam os espaços públicos da cidade. Dentro desse movimento, foi onde os conhecimentos técnicos nos programas Adobe, Final Cut Pro e Blender foram aprimorados através de vivências de experimentação audiovisual, sessões de produção de áudio e vídeo, stream e laboratório de videoarte. Aos 21, já na UFRGS, foi aluno de Marilice Corona, que passou os conhecimentos de percepção e estudo da cor. Esses estudos se aplicam diretamente nas vivências posteriores no tratamento de cor nos softwares Adobe Premiere Pro, Photoshop e Photoshop Lightroom. Aos 22 anos foi morar em Salvador-BA para trabalhar no Centro Cultural Fusion como responsável das atividades artísticas. Realizou o cineclube Fusion, que originou o projeto Laboratório de Experimentos Artísticos, que abordou temas como inclusão social, violência contra minorias e práticas de atividades afro-brasileiras como capoeira e percussão com população carente e moradores de rua. Viaja frequentemente para São Paulo onde participa de produções audiovisuais diversas, como: Cinema artístico documental, cinema documental, criação de videoclipes musicais, videoartes, publicidade para youtube, publicidade para redes sociais, Identidade visual, fotografia documental e registro.

Trabalhou como voluntário na comunidade do Pina em Recife-PE, proporcionando para crianças oficinas de fotografia, vídeo e cineclubes infanto juvenis. Aos 23 anos iniciou as filmagens do longa-metragem Da Luz ao Vale de Lufe Bolini, pela peodutora Kino-Kobra Filmes, foi operador de vídeo e áudio em eventos do Teatro Oficina e manifestações ligadas à preservação sociocultural da região central da cidade de São Paulo. Começou a trabalhar com o produtor audiovisual Rafael Avancini como assistente de iluminação e fotografia e na produtora ELXVA como assistente de direção na criação de videoclipes. Participou da residência artística da Void General Store do Largo da Batata, o projeto Processadora, onde foram experimentados exercícios de produção audiovisual e sensorial com diversos artistas e produtores como: Negro Léo, Edgar , MTV e Bolovo. O projeto tinha como objetivo inicial convocar novos destaques do audiovisual do Brasil. Foi projecionista da "Quarentena Projetada" da Mídia Ninja, através do Instituto Moreira Salles. Posteriormente voltou à Porto Alegre e foi diretor de fotografia no curta-metragem ''O insustentável peso do amor na gravidade da Lua'' , Dir. Marcos Contreras e Sissi Venturin, realizado através do FAC-Digital FEEVALE. Fez a foto oficial da campanha "Leia Hilda", em homenagem à escritora Hilda Hilst, no Festival Literário de Paraty. No final do ano de 2020 trabalhou como operador de vídeo-mapping e videomaker da peça de teatro online ''ZERO'', Dir. Sissi Venturin.

Trajetória docente: Oficineiro de iniciação audiovisual no ENEARTE de Brasília - UNB, oficineiro de iniciação em fotografia na Livroteca Brincante do Pina, Recife-PE, e oficineiro na Casa Baka, Porto Alegre-RS no curso de iniciação audiovisual.

Atualmente trabalha em sua própria empresa, Fresh Audiovisual, atua como videomaker para conteúdo musical, de skate/surf e cultura étnica. Trabalha nas funções de editor de vídeo , diretor geral, diretor de fotografia e designer de criação de identidade visual em Porto Alegre, onde é membro do Coletivo Turmalina - coletivo de representativade preta na música eletrônica independente. Atua também no selo musical Zona Exp. como videomaker , coletivo de Ghetto Tec, que atua no Brasil e também no exterior. É bolsista no Departamento de Difusão Cultura da UFGRS, atua no cinema universitário Sala redenção como projecionista, editor de vídeo e curador de algumas das mostras realizadas online, no momento atual.